Caminhando...
 
30
Dez 08

A amiga justmoments propôs-me um desafio! O objectivo consiste em nomear sete coisas que para mim não têm preço.

Sendo assim… as sete coisas que para mim são essenciais…

 

-   Amizade - Tal como já referi no outro desfio realizado, “havendo compreensão e entendimento mútuo, leva a um bem-estar, que leva consequentemente a uma sensação de felicidade. Penso que alguém que se sinta compreendido e amado, sente-se automaticamente feliz”!

 

- Honestidade/ humildade - Com honestidade e humildade tudo se torna tão simples… sobretudo tão puro!

 

- Compaixão - a sensibilidade de compreender o outro; o mostrar interesse e preocupação, considero algo essencial, pois não vivemos sozinhos, sendo assim, que direito temos nós de exigir se não o fazemos…

 

- Respeito – Toda a gente tem o direito de ser respeitada!

 

- Justiça - Tal como diz Joseph Joubert “ A justiça é a verdade em acção."

- Dignidade – Algo que prezo muitíssimo, tanto a minha como a dos que me são queridos, como a de todos!

 

- Valores – “Carrego-os” para onde quer que vá. São a base da minha actuação.

 

- Os meus – Aqueles que me são queridos, família, amigos, e todos aqueles que por inúmeras razões me fazem estimá-los e torna-los essenciais para o meu bem-estar.

 

A amiga Miguxa teve a gentileza de me presentear com este prémio! 

 

Mto obrigada pelo miminho! A tua companhia e palavras aqui deixadas é que valem ouro

 

publicado por Caminhando... às 22:35
sinto-me:
27
Dez 08

(imagem retirada da internet)

 

“Não sei... Se a vida é curta
Ou longa demais para nós,

Mas sei que nada do que vivemos
Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo,
É o que dá sentido à vida.
É o que faz com que a mesma
Não seja nem curta,
Nem longa demais,
Mas que seja intensa,
Verdadeira, pura... Enquanto durar”

 

Cora Coralina

 

Ps. Aproveito este post para vos desejar um excelente ano de 2009! Que seja um ano essencialmente bem desfrutado!

publicado por Caminhando... às 22:51
sinto-me:
23
Dez 08

(imagem retirada da internet)

 

Tão próximos que já estamos do Natal… Esta época desperta em mim uma série de sentimentos e emoções distintas, pois nos dias de hoje o Natal tornou-se super materialista e consumista! Parece que o que importa é o valor e qualidade da prenda e não a intenção por detrás da mesma…

Nesta época gosto de montar a árvore de natal e desmonta-la no dia do meu aniversário, gosto das cores e da magia e da esperança que desperta em muita gente. O Natal é para mim um sinónimo de reencontro com familiares que poucas vezes vejo. É a alegria de estar com aqueles de quem mais gostamos. Penso por isso que o Natal não é uma data... é um estado de espírito, em que talvez o melhor enfeite de natal seja um grande sorriso!

Um Santo e feliz Natal a todos os amigos e visitantes deste blog!

publicado por Caminhando... às 21:57
música: Oh Holy night - Celine Dion
tags:
18
Dez 08

Como hoje já estou oficialmente de férias, resolvi fazer algo diferente! Resolvi fazer um video (algo que nunca antes tinha feito). Peguei num power point que tinha feito para uma apresentação em ingles e resolvi po-lo em video!

Espero que me tenha saido bem

 

(video com música)

 

publicado por Caminhando... às 16:25
sinto-me: mimenta!
música: Hands - Jewel
17
Dez 08

(imagem retirada da internet)

 

Um blog amigo  justmoments propôs-me um desafio! O objectivo é responder a cada questão, indicando as palavras que melhor as definem!

Então vamos lá começar

 

1-    Qual é a mais bela palavra que conhece?

Vida -> pelo imenso que representa e por tudo o que nos transmite e ensina.

 
2- Qual é a palavra que melhor comunica doçura e gentileza?
Compaixão -> a sensibilidade de compreender o outro; o mostrar interesse e preocupação, penso que são sinónimo de doçura e gentileza.

 

 

3- Qual é a palavra mais detestável e horrorosa?

 Maldade -> palavra  que não me faz qualquer sentido..

 
4- Qual é a palavra mais terrível e medonha?
 Indiferença -> pelas pessoas, pelo mundo. Palavra esta que leva aos actos mais injustos e cruéis…

 

 5- Qual é a palavra mais azeda e malévola?

Vingança -> outra que não entendo, chamem-me ingénua, mas honestamente não entendo qual o gozo da vingança…


6- Qual a palavra que melhor exprime o sentimento de solidão?
Vazio -> quando nos sentimos sós, sentimo-nos no meio do nada. Não existe ponta que se agarre, não existe nada em volta a não ser um imenso vazio… Daí que pessoalmente, gosto de estar só, mas sempre rodeada de gente…

 

7- Qual é a palavra que mais lhe suscita cólera e agressividade?
Injustiça -> Nao a consigo suportar, pois lá está, "não
 faças aos outros o que nao gostas que te façam a ti"

 

 

8- Qual a palavra que melhor comunica felicidade?
Amizade -> penso que havendo compreensão e entendimento mutuo, leva a um bem-estar, que leva consequentemente a uma sensação de felicidade. Penso que alguém que se sinta compreendido e amado, sente-se automaticamente feliz!

 

Aproveitando a ideia de outros blogs amigos, deixo aqui uma frase:

“Usa a linguagem que quiseres; nunca poderás dizer senão o que és.”
(Emerson)

As palavras podem realmente reflectir quem somos, o que queremos, o que sentimos...

publicado por Caminhando... às 21:50
sinto-me:
15
Dez 08

 

(imagem retirada da internet)

 

A vida é feita de momentos e por isso nem sempre é fácil encarara-la com vitalidade, energia e bom humor.

Existem momentos de tristeza, saudade, vazio… Alturas em sentimos que nada valemos e que nada merecemos. Momentos em que o nosso “eu” não é por nós valorizado. Momentos em que as forças escasseiam e nos sentimos à deriva. Alturas de tão grande ansiedade, instabilidade e angústia que acabam por surgir pensamentos irracionais.

Momentos em que o isolamento é a nossa defesa e igualmente nosso inimigo.

Alturas em que o medo de assumir o risco de enfrentar algo, é muitas vezes maior do que nós mesmos, e em que nos sentimos impotentes diante das decepções e contradições da vida. E no meio de tão grande pesar, há uma altura em que sem saber como ou de onde, surge em nós uma força que faz com que coloquemos a opção de: ficarmos parados e fugir das adversidades ou encara-las de frente, vislumbrando-as como novos desafios a serem vencidos.

Esta capacidade que o ser humano tem de resistir à adversidade, utilizando-a como  experiência importante para a conquista dos objectivos e usando-os também para crescer, chama-se: Resiliência.

Esta capacidade permite que continuemos a acreditar nos nossos sonhos e dá-nos a força necessária para ir ao encontro dos nossos objectivos.

Muitos dos nossos objectivos não são conquistados. Muitos dos nossos sonhos permanecem para toda vida como meros desejos. E diante das decepções, temos que optar entre aprender com a experiência ou abrir mão das nossas escolhas.

A Resiliência faz com que encaremos a vida com outros olhos, tirando sempre o que de melhor esta tem. Faz com que tenhamos capacidade interior suficiente para não nos deixarmos apoderar pela tristeza, fazendo com que o acto de sorrir se torne mais sentido e frequente e com que nos apercebamos que a vida tem muito valor e que temos muito valor diante dela.

É importante referir que para se atingir este “estado” não é totalmente sozinhos que o conseguimos. Pedir ajuda é prova de inteligência.

No fundo, esta força interior faz com que pensemos que mesmo quando tudo é vislumbrado em tons de cinzento, existe sempre uma hipótese, uma volta a dar. É importante também referir que cada pessoa leva o seu tempo, e que a tristeza é encarada de diferentes formas.

No meio da tristeza, existe uma altura em que temos consciência do valor que temos perante a vida, sentindo por isso que somos mais fortes que a tristeza e que podemos e conseguimos lutar contra ela.

 

publicado por Caminhando... às 17:50
sinto-me:
07
Dez 08

 

(Imagem retirada do site: Olhares)

Nos dias que correm, o pensamento predominante é egoísta e materialista.

Onde se valoriza a quantidade e extravagância, em detrimento da qualidade e simplicidade.

Vivemos por isso numa sociedade em que o saber ocupa lugar.

Tempos em que o que importa é o presente, e em alguns casos, o futuro, sendo o passado esquecido, desvalorizado e portador de nenhuma utilidade.

Uma sociedade que dá importância aos jovens, visto que estes estão no auge da sua existência e representam o início e a essência da vida, e quem não se encaixa nestes padrões, é banido.

Sendo por isso importante o que está a começar e não o que está perto do fim.

O idoso, é alguém que está mais perto do fim do que do começo, representando por isso o passado. Segundo a nossa sociedade, idoso representa alguém que já foi, alguém que já não tem importância, utilidade, alguém que é visto de soslaio, vivendo assim, uma opressão social, sendo visto como se não pertencesse ao mundo presente.

O idoso é aquele ser humano que já viveu muito, tendo por isso um passado e uma história. Ser humano este, que é digno de respeito e admiração.

Respeitar o idoso é valorizar a experiência de vida, o conhecimento, a sabedoria acumulada de quem viveu e aprendeu, de quem sofreu, de quem tem um passado e uma história, de quem colaborou para a construção deste mundo e de quem deu a vida a quem hoje é jovem.

Respeitar o idoso é preservar a memória, aceitar o futuro e reconhecer o passado.

publicado por Caminhando... às 21:45
sinto-me:
03
Dez 08

 

(imagem retirada da internet)

 

Crescer é algo inerente à condição humana, sendo que o seu processo é muitíssimo complexo e imprevisivel.

Crescer é muito mais do que aumentar uns quantos centímetros e comprar calçado com uma numeração superior. Crescer, é essencialmente aprender. É estar em mudança constante; é ter consciência do que  importa, depositando energias no que realmente vale a pena. Crescer é saber aproveitar o que o mundo nos dá, valorizando as pequenas coisas, tendo em mente que a felicidade não provem necessariamente de grandes momentos e de grandes conquistas, mas sobretudo de acontecimentos que muitas vezes passam despercebidos. É essencialmente ter consciência que a vida tem valor, e que nós temos valor perante ela!

Crescer implica enfrentar o mundo e lidar com os mais diversos sentimentos.

Algumas vezes questionamo-nos em relação ao facto de que, se houvesse oportunidade escolheríamos crescer ou não crescer? Escolher entre descobrir o nosso próprio caminho, ou então optar pelo esquecimento em que tudo o que de desagradável acontece, passa por nós.

Pessoalmente, a minha escolha é a favor do crescimento pois, enfrentando as situações, podemos ter a grata satisfação de descortinar o caminho que conduz ao amadurecimento. Mesmo que longo e sinuoso, este caminho é a chance de escrevermos a nossa própria história.
Assim, o sofrimento pode ser interpretado como parte de um processo que tem como resultado benéfico a abertura dos caminhos que  nos levam a alcançar a liberdade e o
 desenvolvimento pessoal.
É o preço e a sua respectiva contrapartida.

publicado por Caminhando... às 22:35
música: Don't Stop Me Now- Queen
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