Caminhando...
 
30
Abr 10

(imagem retirada da internet)

 

“Só se atinge um novo nível de comunicação com aquilo a que pode chamar-se compreensão. As pessoas mudam o seu comportamento quando se sentem compreendidas.

Gostar de outra pessoa não é necessariamente compreendê-la. Se há uma pessoa de quem simplesmente não goste, esforce-se por conhecer primeiro o “eu” que não gosta dessa pessoa. A forma como conhecemos outra pessoa coincide inteiramente com a forma como nos conhecemos a nós próprios. Conhecer é saber ouvir o que a outra pessoa está a dizer.
“Quero falar sobre os meus sentimentos”, pode você dizer, “mas ninguém me ouve.” Não é o único que pensa isto muitas vezes. De facto, isso é o que acontece sempre que as pessoas tentam usar a comunicação para competir, em vez de conhecer. Enquanto pensar que a capacidade para comunicar é idêntica à capacidade para falar, nunca experimentará um sentimento de união com outra pessoa. A capacidade para comunicar depende da capacidade para fazer a outra pessoa falar – e da sua capacidade para ouvir o que ela está a dizer. Só se ouve verdadeiramente quando se ouve tudo o que a pessoa está a dizer sem julgar, ou negar, ou comparar essa pessoa connosco.”

 

Do livro: "Quero falar-te dos meus sentimentos" de Mamoru Itoh

 

Conheci este livro através deste post da Amiga Marta e fiquei logo muitíssimo curiosa para o ler. Este, é um livro muito especial que tal como está escrito na contracapa "desperta o leitor para os valores simples e essenciais da inter-relação humana".

 

Muito Obrigada Marta pela tua partilha que me levou a trazê-lo para casa e a deliciar-me ao lê-lo (já por inumeras vezes)!

 

Feliz Fim de Semana para todos vós!

27
Abr 10

 

Infelizmente as notícias nos nossos telejornais têm como temas centrais atentados, pobreza, assassinatos, enfim, não sendo frequente haver notícias positivas.

Ontem, houve uma notícia destas que ao ouvi-la me fez ficar mesmo contente e que gostaria de partilhar convosco.

Foi noticia o concelho de Alcoutim. Mostro-vos o video:

 

 

 

 

 

"Inclinam-se para ouvir quem fala. Queixam-se de que são os outros que falam entre dentes. Aumentam o som da televisão. Falam muito alto ou muito baixo. Dão respostas inadequadas. Evitam situações de convívio. Estes são alguns dos sintomas de perda de audição, que – entre os idosos – representa um risco acrescido de isolamento e de depressão. Estudos internacionais demonstram que quanto maior a deficiência auditiva mais profunda é a solidão, a desconfiança e o impacto na auto-estima do idoso.”

(pequeno texto encontrado na internet)

 

Tão bom ver que esta iniciativa “abriu centenas de vias de comunicação aos idosos”, lhes provocou tantos sorrisos e lhes proporcionou uma maior qualidade de vida!

23
Abr 10

 

 

“Se alguém se banha rapidamente, não deverás dizer: «Não se saiu bem.» Melhor será que digas: «Foi rápido de mais.» Se alguém bebe muito vinho, não deverás dizer: «É um erro.» Melhor será que digas: «Bebeu muito vinho.» Antes de teres apurado a razão que levou alguém a proceder daqueles modos, como podes tu saber, em boa verdade, se alguém procedeu bem ou mal? E só deste jeito, não correrás o risco de te pronunciar sobre situações falsas tendo-as como situações verdadeiras.”


Epicteto, in 'Manual'

 

No meu compromisso matinal, tenho a tarefa de atender o público. Neste tempo, por mim têm passado pessoas com diferentes feitios, maneiras de estar e ser, educações e estados de espírito.

Tenho tido a hipótese de atender pessoas que são uns reais doces de tão meigas e educadas que são e que fazem com que fiquemos com um sorriso tanto no rosto como no coração que dura e conforta durante bastante tempo.

Por outro lado, também atendo pessoas que, mesmo sendo tratadas com respeito e atenção, não correspondem da mesma forma, muito pelo contrário. Há situações que fazem com me sinta mesmo triste por ver um lado tão feio e frio no ser humano.

Muitas vezes são elevadas vozes e iniciadas discussões por razões infantis, parvas e insensíveis. A grande maioria das vezes estas discussões acontecem pelo simples facto de haver pessoas que não se colocam noutro lugar senão o seu.

Tanta discussão, feias palavras e elevações de voz podem ser evitadas se pura e simplesmente se tentar procurar as razões para além do que aparenta ser...

publicado por Caminhando... às 20:52
19
Abr 10

 

 (imagem retirada da internet) 

 

“O verdadeiro sentido da vida

É ter a impressão que se tem tudo,

mesmo quando falta muito.

É ter esperança mesmo quando a tristeza

insiste em nos alcançar.

É saber a hora de parar

e escolher outros caminhos.

É tentar conhecer-se um pouco,

e expandir tudo o que tem de bom.

É enfrentar as lágrimas,

e delas buscar um sorriso.

É acreditar que tudo pode acontecer;

cada experiência é única, e

cada amanhecer é mágico.”

 

Picasso

 

É saber, acreditar e nunca esquecer que:

publicado por Caminhando... às 16:00
14
Abr 10

(imagens retiradas da internet)

 

Os monges zen quando querem meditar sentam-se diante de uma rocha: “Agora vou esperar que esta rocha cresça um pouco mais”, pensam.

 

Diz o mestre:

Tudo à nossa volta está a mudar constantemente. Em cada dia, o Sol ilumina um mundo novo. Aquilo a que chamamos rotina está repleto de novas propostas e oportunidades. Mas não percebemos que cada dia é diferente do anterior.

Hoje, em algum lugar, um tesouro espera-o. Pode ser um pequeno sorriso, pode ser uma grande conquista – não importa. A vida é feita de pequenos e grandes milagres. Nada é aborrecido porque tudo muda constantemente. O tédio não está no mundo mas na maneira como vemos o mundo.

Como escreveu o poeta T. S. Eliot:

“Percorrer muitas estradas/ voltar para casa/ e olhar tudo como se fosse pela primeira vez.” ”

 

Do livro "Maktub"

 

 

Tão bom quando os dias nos tocam, e não são apenas... mais um!

 

É muito bom estar de volta à vossa companhia depois desta curta mas proveitosa pausa!!

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