Caminhando...
 
09
Jan 11

(imagem retirada da internet)

 

Tenho por hábito fazer um balanço de cada dia, mas em altura de mudança de ano, e de comemoração de mais um aniversário gosto de fazer um balanço global de tudo o que vivi.

Tive a sorte de ter um ano de 2010 muito bom. Foi um ano que me trouxe novas experiências e novos saberes. Um ano atribulado, mas muito positivo.

 

No último dia do ano fui fazer voluntariado na Comunidade Vida e Paz e foi uma experiência óptima e a repetir. Fiz parte da equipa das sandes, e entre todos os voluntários, fizemos o melhor que conseguimos.

Já em 2011, ao passar pela Av. da Liberdade em Lisboa olhei para o lado e vi um sem abrigo que tinha bem junto a si, um dos sacos de sandes que com tanto empenho e gosto estivemos a preparar.

Fiquei de coração extremamente confortado. Comecei assim o novo ano de sorriso bem rasgado.

 

A cada dia mais sentido me faz ler palavras como estas:


“Existe somente uma idade para a gente ser feliz,
somente uma época na vida de cada pessoa
em que é possível sonhar e fazer planos
e ter energia bastante para realizá-las
a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.

Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente
e desfrutar tudo com toda intensidade
sem medo, nem culpa de sentir prazer.

Fase dourada em que a gente pode criar
e recriar a vida,
a nossa própria imagem e semelhança
e vestir-se com todas as cores
e experimentar todos os sabores
e entregar-se a todos os amores
sem preconceito nem pudor.

Tempo de entusiasmo e coragem
em que todo o desafio é mais um convite à luta
que a gente enfrenta com toda a disposição
de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO,
e quantas vezes for preciso.

Essa idade tão fugaz na vida da gente
chama-se PRESENTE
e tem a duração do instante que passa."

 

Autor desconhecido

06
Jan 10

(imagem retirada da internet)

 

Para além da vinda de um Novo Ano, nesta altura celebro mais um Ano de vida.

 

Nestes anos, muitas mudanças sofri, maturidade adquiri e prioridades foram definidas.

Aprendi que é sentindo, que a vida tem sentido. Aprendi que, por muito que nos esforcemos para que não suceda, por vezes é necessário que se bata no fundo para que se tenha a noção do que se tem, e do que se está a perder, pois nada pior do que ter um assunto mal resolvido. Ao conseguir sarar a ferida, para além de ficarmos a saber que afinal temos força interior, é óptimo conseguir depois ver e apreciar as lindas, coloridas e refrescantes cores que o mundo tem e testemunhar que querendo podemos sair do fundo mais maduros e enriquecidos interiormente.

 

Essencialmente estou grata por me sentir Aqui, e por finalmente conseguir sentir em pleno e aproveitar a presença dos Meus!

 

Ao longo destes anos, cheguei à conclusão de que, para se alcançar a liberdade existe sempre o medo, mas talvez seja mesmo para ser assim... Pois, se assim não fosse, que valor lhe daríamos?

 

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