Caminhando...
 
03
Jul 11

 (imagem retirada da internet)

 

"Sê plenamente o que és, meu caro amigo, e torna-te contagiante. Nem aquém, nem além de ti, senão no teu íntimo mesmo, luz do olhar dos próprios olhos. Tu és isso!

Cada pessoa, o dever que tem na vida é ser plenamente aquilo que é e tornar-se contagiante, não no sentido de converter os outros àquilo que ele é – a tentação de muita gente é essa -, mas de os outros serem exactamente aquilo que são: Eles próprios!"

  Agostinho da Silva

publicado por Caminhando... às 22:14
13
Nov 10

 

(imagem retirada da internet)

 

“No dia 17 de Dezembro de 1961, na cidade de Niterói, houve um grande incêndio no circo "Gran Circus Norte-Americano" que foi considerado uma das maiores fatalidades em todo o mundo circense. Neste incêndio morreram mais de 500 pessoas, a maioria, crianças.  

Na antevéspera do Natal, seis dias após o acontecimento, José acordou alegando ter ouvido "vozes astrais", segundo as suas próprias palavras, que o mandavam abandonar o mundo material e dedicar-se apenas ao mundo espiritual.  

O Profeta pegou num camião e foi para o local do incêndio. Plantou um jardim e uma horta sobre as cinzas do circo. Aquela foi a sua morada durante quatro anos. Lá, José Datrino incutiu nas pessoas o real sentido das palavras Agradecido e Gentileza. Foi um consolador voluntário, que confortou os familiares das vítimas da tragédia com palavras de bondade. Daquele dia em diante, passou ser chamado "José Agradecido", ou simplesmente "Profeta Gentileza".  

A partir de 1970 percorreu toda a cidade. Era visto em ruas, praças, nas barcas da travessia entre as cidades do Rio de Janeiro e Niterói, e pregava levando palavras de amor, bondade e respeito pelo próximo e pela natureza a todos os que se cruzassem no seu caminho.  

A partir de 1980, escolheu 56 pilares do Viaduto do Caju, numa extensão de aproximadamente 1,5 km. Encheu-os com inscrições em verde e amarelo com a sua crítica e alternativas ao mal-estar da civilização.  

Durante a Eco-92, o Profeta Gentileza colocava-se estrategicamente no lugar por onde passavam os representantes dos povos e incitava-os a viverem a gentileza e a aplicarem gentileza em toda a Terra.

 

"Gentileza gera gentileza" é a frase mais conhecida.”

Fonte: Wikipédia

(com alterações)

 

 

17
Out 10

 (imagem retirada da internet)

 

“O problema de tudo isto é não nos deixarmos levar, seria tão mais fácil se o fizéssemos. Mas não, a desconfiança que se instalou em nós impede-nos disso. A mesma que de nós se apoderava, no tempo em ainda não existia uma moeda única como agora existe o euro. Ia-se a Espanha comprar caramelos, enchia-se o saco com as pesetas cambiadas e ficava-se ali, de olhar desconfiado, a ver se o homem se enganava nos trocos. E o homem dava-nos o troco e mesmo depois de termos confirmado que estaria certo – e estava certo - ficávamos sempre com a sensação, que de uma forma ou de outra, teríamos sido levados. E se calhar, tínhamos.

Crescemos a ouvir isto: “ Tu não te deixes levar!” e só agora percebo o mal que nos terá feito. Crescemos tanto, ficamos tão adultos, tão sábios, tão certos de tudo e de todos, que desaprendemos a deixar-nos levar. E eu quero deixar-me levar, como quando eu era mais pequeno e alguém me dizia “ vamos por ali!” e eu, sem que conhecesse o caminho, ia por ali, deixando-me levar, até que o fim do dia me devolvesse a casa ou uma carrinha daquelas camarárias.

O mundo está perigoso, dirão. Está bem, concordo, mas não é por isso que eu deixarei de sair à rua. Do mesmo modo, que não me deixarei de entregar a quem pouco ou nada saiba. Por mim, pode ser às escuras, que eu já vejo tanto. Por mim, pode ser já agora que amanhã é longe. E não quero saber de tudo, não preciso. Mania esta de que querermos saber tudo com detalhe. Eu não. Quero ter dúvidas e muitas de preferência. Quero ter boas dúvidas. Quero sentir que pouco ou nada sei sobre aquela pessoa como se esta fosse um livro novo que ainda não começámos a ler. E não, não quero saber a história, não preciso que me contem o filme todo porque já tenho o livro e quero lê-lo. Do mesmo modo que tenho uma vida e quero vivê-la sem grandes sinopses. Eu não quero saber de tudo. Que graça tem explicarem-me tudo, antes mesmo de eu o ter percebido. Isso é contarem-me o filme e eu quero ir vê-lo à sala de cinema.

E aqui chegado, o que eu quero, é deixar-me levar mesmo que perceba que me estou a deixar levar. Era preferível que não percebesse mas o que é querem? A idade adulta deu cabo disto. Por mim podem enganar-me à vontadinha, dizer que o amor é para sempre e que o Benfica ainda vai ganhar o campeonato – eu acredito, vos juro - podem afiançar-me que eu sou a única pessoa na vossa vida e a mais importante de todas elas – eu acredito, eu acredito – que é bom investir agora em acções – em compro, eu compro.

Daí que não queira fazer mais perguntas, por mim, está bom assim. Quero deixar-me levar. Já hoje. Daqui. Agora.”

 

Fernando Alvim
30
Ago 10

 

 

Espantoso como, nas mais improváveis situações, se torna o que se considera impossível, em possível de forma tão rápida.

 

 

P.s : Muito Obrigada Margarida!

 

 

09
Jul 10

 

 

“A espontaneidade não precisa ser espectacular ou dramática; ela é despretensiosa, e pode se mostrar presente na sua maneira de pensar, andar, encarar a natureza, dançar ou cantar no chuveiro.  Mais do que fenómeno tudo-ou-nada (isto é, um acto que é ou não espontâneo), ela ocorre em grau maior ou menor, na maioria das actividades que realizamos.  Mesmo em comportamentos relativamente habituais e automáticos pode haver uma semente de espontaneidade em potencial.

Quando examinadas de perto, as qualidades essenciais de um acto espontâneo são mente aberta, a originalidade de uma abordagem, a vontade de tomar iniciativa e uma integração das realidades.  A espontaneidade não é mera impulsividade ou comportamento ao acaso; é preciso haver certa intencionalidade rumo a um resultado construtivo, seja ele estético, social ou prático.”

 

“A maneira de nos relacionarmos com os nossos enganos é elemento-chave na espontaneidade.  A ideia é continuar a improvisar como uma experiência que prossegue e, em vez de congelar, fazer de um engano uma “retomada” que mantém o foco na tarefa.  O estado mental desenvolvido por um guerreiro samurai no Japão dá uma pista: “Não espere nada, esteja preparado para tudo”.  A pessoa espontânea lida com a interferência recentralizando e reassumindo uma presença com mente clara no aqui-agora.”

 

Fonte: Aqui

 

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