Caminhando...
 
05
Ago 10

 

 

Recentemente vi o filme "Hachiko: A dog's story". É uma história tocante, baseada em factos reais que partilho de seguida:

 

" Em 1924, Hachiko foi trazido para Tóquio pelo seu dono, Hidesaburo Ueno, um professor do departamento de agricultura da Universidade de Tóquio. Este, que sempre fora um amante de cães, nomeou-o Hachi (diminutivo de Hachiko) e encheu-o de amor e carinho. Hachiko acompanhava Ueno desde a porta de casa até à não distante estação de comboios de Shibuya, retornando para encontrá-lo no final do dia.

A rotina continuou até Maio do ano seguinte, quando numa tarde o professor não chegou no comboio como de costume. Ueno sofrera um AVC na Universidade.

 

A história diz que na noite do velório, Hachiko, que estava no jardim, quebrou as portas de vidro da casa e fez o seu caminho para a sala onde o corpo foi colocado, e passou a noite deitado ao lado do seu dono, recusando-se a ceder.

 

Depois da morte do dono, familiares do professor quiseram levar o cão para viver consigo, acabando este por fugir várias vezes.

Depois de por diversas vezes Hachiko ter voltado à casa onde foi desde cedo criado, começou a ir todos os dias à estação de comboios onde durante 1 ano e quatro meses sempre esperou o dono. Tal como sempre, sentava-se à espera que o dono voltasse para casa, fazendo isso dia após dia, ano após ano, durante 9 anos. 

 

  

Estátua de Hachiko em Shibuya

 

Em 21 de Abril de 1934, uma estátua de bronze foi erguida no lugar onde Hachi esperava pelo dono com um poema gravado e um cartaz intitulado "Linhas para um cão leal".

 

(imagem retirada da internet)

 

"A sua devoção à memória do seu dono impressionou o povo japonês e tornou-se modelo de dedicação à memória da família. Pais e professores usavam Hachiko como exemplo para educar as crianças."

 

 

Informação retirada da internet

publicado por Caminhando... às 21:58
27
Jun 10

(imagem retirada da internet)

 

Há uns dias vi este filme e gostei imenso.

Partilho convosco dois resumos que se complementam e que foram retirados da internet:

 

Uma Vida Inacabada é uma história sobre perdão. Sobre perdoar a nós próprios e perdoar aos outros. A sua história gira em torno da intersecção das vidas de dois grupos distintos de pessoas. De um lado estão Einer Gilkyson (Robert Redford) e o seu capataz e amigo mais chegado, Mitch Bradley (Morgan Freeman), que têm vivido e trabalhado juntos durante 40 anos no rancho de Einer, no noroeste do Wioming. Do outro lado encontram-se Jean Gilkyson (Jennifer Lopez), a nora de Einer, e a filha de onze anos desta, Griff (Becca Garner), que estão a tentar escapar de uma situação de abuso por parte do actual namorado de Jean, Gary (Damian Lewis).”

 

“Einer Gilkyson é um rancheiro reformado que há muito virou as costas às memórias. Ainda em choque com a morte do seu único filho há uma década atrás, Einer deixou o rancho cair na ruína juntamente com o seu casamento. Agora, passa os seus dias a cuidar do seu último amigo de confiança, Mitch, que foi gravemente ferido por um urso pardo. Einer pretende viver os seus dias em solidão, até que a pessoa que ele culpa pela morte do filho chega à cidade: a sua nora Jean.”

 

Todo o filme é cheio de simbolismo. Aqui mostro o último diálogo:

 

 

 

“-Achas que os mortos se importam com as nossas vidas?

- Sim, acho que sim. Acho que nos perdoam os nossos pecados, até acho que é fácil para eles.

- A Griff disse que sonhaste que voavas!

- Sim. Subi tão alto, que consegui ver quando o azul se torna em preto. Dali de cima, consegues ver tudo o que há, e parece que existe Uma Razão para tudo.”

 

 

Para finalizar partilho parte de uma entrevista que o actor Robert Redfort deu sobre este filme:

 

“A personagem “Einer” ficou presa à tragédia que se abateu sobre ele. Não teve a capacidade para superá-la e seguir em frente e por isso, converteu todos os sentimentos em amargura e raiva, o que não é incomum. O seu percurso no filme é feito em direcção à libertação, que é o perdão. Sem a capacidade para perdoar, se apenas nos mantivermos com sentimentos de culpabilização, não vamos conseguir sobreviver, vamos morrendo aos poucos e acabar por ter uma vida infeliz.”

 

Na íntegra aqui.

12
Fev 09

(imagem retirada da internet)

 

Este filme, que já vi e revi umas quantas vezes, aborda com uma enorme sensibilidade o significado do amor, fazendo com que nos apercebamos do quão importante é, tê-lo sempre presente nas nossas vidas. É muito mimoso, e deixa-nos com a lágrima no canto do olho, sendo a interpretação de Sean Penn fantástica e extremamente delicada.

Fazendo uma espécie de resumo, Sam Dawson (Sean Penn), um adulto com a idade mental, a inocência e a sinceridade de uma criança de sete anos, foi abandonado pela companheira ficando com uma filha nos braços. Embora tivesse dificuldades, com a ajuda de amigos muito especiais, Sam conseguiu fazer com que os primeiros anos de vida de Lucy (Dakota Fanning) fossem repletos de amor e alegria. Quando Lucy completa sete anos, começa a ultrapassar intelectualmente o pai, nessa altura, o Serviço Social intervém, separando-a de Sam para que seja adoptada e criada por outra família. Sem grande chance de vencer, Sam tenta e consegue ser representado por uma das mais conceituadas advogadas, Rita Harrison (Michele Pfeiffer) que embora procure passar a imagem de pessoa dura e insensível, afinal é uma mulher frágil, sendo que o contacto com Sam mudará a sua forma de encarar a vida. Juntos, Sam e Rita tentam provar que o amor incondicional é o mais valioso presente que um pai pode dar, e o mais valioso presente que cada um pode receber.

 

 

 

publicado por Caminhando... às 20:42
música: Love is all we need
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