Caminhando...
 
01
Jun 11

 (imagem retirada da internet)

 

“O nosso maior medo não é que sejamos incapazes.
O nosso maior medo é descobrir que somos muito mais poderosos do que pensamos.
É a nossa luz e não as nossas trevas, aquilo que mais nos assusta.
Procurar ser mediano não vai ajudar em nada o mundo. Não existe nenhum mérito em diminuir os nossos talentos, apenas para que os outros não se sintam inseguros ao nosso lado.
Nascemos para brilhar e essa luz está em todos, não apenas em alguns. Quando deixamos a nossa luz brilhar, inconscientemente damos permissão para que outras pessoas possam também manifestá-la. Assim que nos libertamos do nosso próprio medo, a nossa presença automaticamente liberta outros.”

 

Marianne Williamson

 

30
Abr 11

 

 (imagem retirada da internet)

 

“É acreditando nas rosas que as fazemos desabrochar.”

Anatole France

 

 

07
Fev 11

  

 

“Aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver juntos e aprender a ser só é possível se se aprender a ler, mas noutras dimensões que vão muito para além das meras necessidades instrumentais da leitura.

Ver, imaginar, sentir, reflectir, comunicar com os outros, recriar o próximo e o distante, saber que há outras paisagens, outros modos de viver, outras religiões, outras culturas são capacidades que se desenvolvem privilegiadamente nas experiências de leitura, na escuta de vozes que apelam para a nossa emoção, inteligência, imaginação, desde a mais tenra infância.

Oferecer às crianças e aos adolescentes essas oportunidades é cumprir os compromissos da educação para todos, é respeitar os direitos da criança, é contribuir para o desenvolvimento humano sustentável, é, em resumo, construir uma cultura da paz.

Também não há cidadania responsável, solidária e movida pelo sentido do bem comum se, desde cedo, se não viverem estas experiências que a escuta e a leitura podem revelar e que a escrita permite exprimir e interiorizar, tanto no espaço da família como de uma escola amiga.

Desde muito cedo, os valores do respeito por si, pelos outros e pelo que nos rodeia, o direito à opinião, o dever de participação na vida do grupo, a descoberta da música e da poesia, da literatura oral e escrita, do património intangível que alimenta a cultura familiar e comunitária, podem e devem ser experimentados, constituindo verdadeiros exercícios de cidadania e de estima do património.

Saber ler e gostar de ler, nesta concepção integrada, é também uma forma de realizar tudo aquilo que, no fecho do ano 2000, o ano da Cultura da Paz, jovens de todo o mundo reunidos na UNESCO, num manifesto exemplar, reclamaram aos adultos: o direito à felicidade.”

 

Maria de Lourdes Paixão

publicado por Caminhando... às 21:45
27
Jan 11

(imagem retirada da internet)

 

“Um único acontecimento pode provocar a morte, basta pouco. Porém, quando se regressa à vida, quando se nasce uma segunda vez e surge o tempo escondido das recordações, o instante fatal torna-se sagrado. Primeiro, morre-se. Depois, quando para minha grande surpresa, a vida voltou a animar-se em mim, fiquei muito intrigado com o “divórcio entre a melancolia dos meus livros e a minha aptidão para a felicidade”.

A solução que nos permite reviver seria, então, uma passagem, uma lenta metamorfose, uma longa mudança de identidade? Quando se esteve morto e se regressa à vida, deixa de se saber quem se é. Tem de se descobrir e testar-se para provar que se tem o direito de viver."

 

"Resiliência - Essa inaudita capacidade de construção humana" - Boris Cyrulnik

15
Set 10

(imagem retirada da internet)

 

“Ser livre é não ser escravo das culpas do passado nem das preocupações do amanhã. Ser livre é ter tempo para as coisas que se ama. É abraçar, entregar-se, sonhar, recomeçar tudo de novo. É desenvolver a arte de pensar e proteger a emoção. Mas, acima de tudo, ser livre é ter um caso de amor com a própria existência e desvendar seus mistérios.”

Augusto Cury

31
Jul 10

(imagem retirada da internet)
 

Durante muito tempo estiveste dentro de mim. Foste-te entranhando e fazendo com que tudo ficasse com menos cor a cada dia que passava.

Vieste e impuseste-te.

Chegou uma altura em que a tua presença me sufocava, não me deixando alcançar o objectivo da minha existência: Ser e Viver.

Consegui a pouco e pouco descolar-te de mim. Depois, durante um tempo não te quis perto, tive medo que te entranhasses de novo e que clareasses a cor que me rodeava. Pé ante pé, fui-me aproximando de ti e deixei que ficássemos lado a lado.

Bom poder agora ter a hipótese de escolher ou não a tua companhia. Fazes-me falta, mas só em alguns momentos dos meus dias.

 

Hoje, senti a tua falta e procurei-te. Dei-te a mão e lá fomos. Estivemos junto ao mar, junto do arvoredo e junto da paz.

És tu a solidão.

Em apenas momentos da minha vida a tua presença enriquece-me; em todos eles, enfraquece-me. Por isso, fica aí ao lado companheira e sempre que me fizeres falta, chamo-te e faremos com certeza boa companhia uma à outra.

 

17
Jul 10

(imagem retirada da internet)

 

Por conseguir finalmente Senti-lo em mim. Por ter essencialmente conseguido alcançar a liberdade e a paz que tanto desejava!

 

 

“I can see clearly now the rain is gone
I can see all obstacles in my way
Gone are the dark clouds that had me down
It's gonna be a bright bright bright bright sun shiny day

Oh yes I can make it now the pain is gone
All of the bad feelings have disappeared
Here is that rainbow I've been praying for
It's gonna be a bright bright bright bright sun shiny day”

 

06
Jan 10

(imagem retirada da internet)

 

Para além da vinda de um Novo Ano, nesta altura celebro mais um Ano de vida.

 

Nestes anos, muitas mudanças sofri, maturidade adquiri e prioridades foram definidas.

Aprendi que é sentindo, que a vida tem sentido. Aprendi que, por muito que nos esforcemos para que não suceda, por vezes é necessário que se bata no fundo para que se tenha a noção do que se tem, e do que se está a perder, pois nada pior do que ter um assunto mal resolvido. Ao conseguir sarar a ferida, para além de ficarmos a saber que afinal temos força interior, é óptimo conseguir depois ver e apreciar as lindas, coloridas e refrescantes cores que o mundo tem e testemunhar que querendo podemos sair do fundo mais maduros e enriquecidos interiormente.

 

Essencialmente estou grata por me sentir Aqui, e por finalmente conseguir sentir em pleno e aproveitar a presença dos Meus!

 

Ao longo destes anos, cheguei à conclusão de que, para se alcançar a liberdade existe sempre o medo, mas talvez seja mesmo para ser assim... Pois, se assim não fosse, que valor lhe daríamos?

 

07
Nov 09

 

(imagem retirada da internet)

 

"A liberdade é a grandeza de poder fazer escolhas. Mas, se essas escolhas não tivessem consequências, se nos permitíssemos voltar atrás em assuntos cuja natureza não admite isso, a nossa liberdade ficaria esvaziada. E estaríamos a anular a nossa personalidade, porque nós somos aquilo que fazemos com as nossas escolhas. É com elas que traçamos o nosso caminho e nos definimos."

Paulo Geraldo

Hoje, é necessário que estejamos muito conscientes daquilo que verdadeiramente queremos, porque as ofertas daquilo que não precisamos são imensas, e podem ser tão tentadoras que, ao serem aceites, nos fazem perder o rumo ... Há muita pressão para que não façamos escolhas conscientes e nos deixemos guiar pelo que aparenta ser Mais e Melhor do que  aquilo que temos.

 

 Julgo que  o mais importante é fazer com que, as escolhas feitas, não vão contra os valores e as bases que defendemos.

06
Out 09

(imagem retirada da internet)

 

 Hoje, mais um dia de treino.

A vontade era muita, tendo em conta que o fim-de-semana é sinónimo de descanso dos músculos.

Chegado o Outono, com ele vieram os abundantes aguaceiros.

Muito bem acompanhada lá fui e, estando há cerca de 5 minutos a correr, S. Pedro abençoou-nos com uma Sra. Chuvada.

Sempre gostei de apanhar chuva e, hoje foi sem dúvida uma óptima sensação.

Adoro sentir a água a embater-me na cara e sentir uma intensa liberdade. Molhámo-nos a valer mas, soube muitíssimo bem.

 

Tão bom que é ter vontade de fazer algo, e faze-lo. Sem que os “mas” nos impeçam de fazer algo que gostamos.

 Acredito que basta estar atento para que se consigam sentir grandes sensações. Hoje, senti bastante, pois, lembrei-me do meu tempo de criança em que, quando começava a chover, todos os meninos se iam abrigar e eu ficava sempre deliciada a vê-la cair, e levantava a cabeça para a apanhar em cheio no rosto.

Lembrei-me de saltitar de poça em poça, com um imenso sorriso. Lembro-me de me sentir feliz.

 

Ao longo da minha existência, já tracei alguns objectivos e um deles é: Se tens vontade de fazer algo, existe possibilidade de o fazer e, ao faze-lo não estás a prejudicar ninguém, então fá-lo.

Aprendi que, deixar para “depois” nem sempre é a atitude mais inteligente a tomar pois, entre o desejo de agora, e a sua concretização ao ser deixada para depois, muitos momentos, sorrisos, beijos, abraços e emoções se irão perder por isso. Agora tenho vontade e existe possibilidade, então vou faze-lo. E tão bom que é o conforto depois que se sente.

 

Hoje, mais um dia de treino. Havia vontade. Estava a chover a potes. Resultado: Cheguei a pingar, com o treino feito e  um sorriso de orelha a orelha!

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