Caminhando...
 
01
Jun 11

 (imagem retirada da internet)

 

“O nosso maior medo não é que sejamos incapazes.
O nosso maior medo é descobrir que somos muito mais poderosos do que pensamos.
É a nossa luz e não as nossas trevas, aquilo que mais nos assusta.
Procurar ser mediano não vai ajudar em nada o mundo. Não existe nenhum mérito em diminuir os nossos talentos, apenas para que os outros não se sintam inseguros ao nosso lado.
Nascemos para brilhar e essa luz está em todos, não apenas em alguns. Quando deixamos a nossa luz brilhar, inconscientemente damos permissão para que outras pessoas possam também manifestá-la. Assim que nos libertamos do nosso próprio medo, a nossa presença automaticamente liberta outros.”

 

Marianne Williamson

 

20
Mai 11

(imagem retirada da internet)
 
Tantas vezes são feitos julgamentos infundados em relação a alguém, sem nunca sequer ter sido trocada uma palavra, ou até um olhar com essa pessoa.  Raras são as vezes em que se procura calçar os sapatos dos outros e perceber a razão de certo comportamento, atitude, o que for. Que injusto é este julgamento precoce, tendo como bases o que parece, ou o que dizem ser... Sinto que se está a deixar de querer conhecer o fundo, pois a superfície já é considerada suficiente e confesso que me entristece bastante ver pessoas da minha geração e de gerações mais maduras, que estudam para ser educadoras, a terem comportamentos deste tipo. Como se ensina e transmite algo que não se pratica?
 
Partilho aqui um vídeo que contem uma mensagem que considero ser muito valiosa.
26
Abr 11

 (imagem retirada da internet)

 

Hoje, depois de ter restabelecido os níveis de vitamina D, enquanto esperava pelo comboio para voltar para casa o meu olhar cruza-se com o de uma senhora, e por causa de uma coisa muito simples, começamos a falar. Pelo que deduzi esta linda senhora teria cerca de 70 anos. Começámos a falar enquanto esperávamos o comboio e quando este apareceu, a senhora de sorriso no rosto diz-me: “Podemos continuar a conversa lá dentro”. E assim foi, durante a viagem tivemos uma conversa muito boa sobre diversos assuntos: desde a liberdade que antes era extremamente reduzida e que hoje é excessiva, aos laços de amizade e amor que antes se criavam e que hoje não se valorizam.

A senhora falou-me um pouco de si e quis saber também um pouco de mim. Trocámos ideias e sobretudo a de que é importante que deixemos que a vida nos toque e que a vivamos realmente não deixando que os dias passem por nós e sejam vazios.

Chegadas ao destino fiz questão de a acompanhar até à saída e despedimo-nos trocando desejos de felizes dias. Pediu-me um beijinho que com todo o gosto dei, e a última frase que me disse foi: “Lembre-se sempre do bom que é gostar de pessoas e da sorte que temos em poder viver a vida!”

Nunca vou esquecer isto, bem como este encontro casual tão saboroso.

 

Que bons são todos os encontros semelhantes a este; aqueles que temos com pessoas que já têm um lugar no nosso coração e depois estes que sucedem por meio das redes sociais. Neste mundo virtual tive/tenho a sorte de encontrar pessoas boas e muito bem formadas e estabelecer laços de genuína amizade que em alguns casos até passam para o lado de cá do ecrã.

Estou virada para o lado do mimo, por isso, deixo aqui um sincero obrigado por todos os sorrisos que me proporcionam, pelo que me ensinam e por todo o carinho que aqui existe.

16
Dez 10

(imagem retirada da internet)

 

“O tempo não se ocupa, vive-se e anima-se. Se não for assim, mata-se o tempo, perde-se vida.”

Professor Doutor Marcelino Lopes

03
Dez 10

 (imagem retirada de internet)

 

“Ninguém sabe tanto que não tenha nada para aprender e ninguém sabe tão pouco que não tenha nada para ensinar. Diz-me e eu esquecerei, ensina-me e eu lembrar-me-ei, envolve-me e eu jamais esquecerei.”

 

 

Palavras ditas pelo Professor Doutor Marcelino Lopes, doutorado em Ciências da Educação com a tese – Animação Sociocultural em Portugal, num encontro temático de Animação Sociocultural a que assisti com imenso prazer.

30
Abr 10

(imagem retirada da internet)

 

“Só se atinge um novo nível de comunicação com aquilo a que pode chamar-se compreensão. As pessoas mudam o seu comportamento quando se sentem compreendidas.

Gostar de outra pessoa não é necessariamente compreendê-la. Se há uma pessoa de quem simplesmente não goste, esforce-se por conhecer primeiro o “eu” que não gosta dessa pessoa. A forma como conhecemos outra pessoa coincide inteiramente com a forma como nos conhecemos a nós próprios. Conhecer é saber ouvir o que a outra pessoa está a dizer.
“Quero falar sobre os meus sentimentos”, pode você dizer, “mas ninguém me ouve.” Não é o único que pensa isto muitas vezes. De facto, isso é o que acontece sempre que as pessoas tentam usar a comunicação para competir, em vez de conhecer. Enquanto pensar que a capacidade para comunicar é idêntica à capacidade para falar, nunca experimentará um sentimento de união com outra pessoa. A capacidade para comunicar depende da capacidade para fazer a outra pessoa falar – e da sua capacidade para ouvir o que ela está a dizer. Só se ouve verdadeiramente quando se ouve tudo o que a pessoa está a dizer sem julgar, ou negar, ou comparar essa pessoa connosco.”

 

Do livro: "Quero falar-te dos meus sentimentos" de Mamoru Itoh

 

Conheci este livro através deste post da Amiga Marta e fiquei logo muitíssimo curiosa para o ler. Este, é um livro muito especial que tal como está escrito na contracapa "desperta o leitor para os valores simples e essenciais da inter-relação humana".

 

Muito Obrigada Marta pela tua partilha que me levou a trazê-lo para casa e a deliciar-me ao lê-lo (já por inumeras vezes)!

 

Feliz Fim de Semana para todos vós!

17
Dez 08

(imagem retirada da internet)

 

Um blog amigo  justmoments propôs-me um desafio! O objectivo é responder a cada questão, indicando as palavras que melhor as definem!

Então vamos lá começar

 

1-    Qual é a mais bela palavra que conhece?

Vida -> pelo imenso que representa e por tudo o que nos transmite e ensina.

 
2- Qual é a palavra que melhor comunica doçura e gentileza?
Compaixão -> a sensibilidade de compreender o outro; o mostrar interesse e preocupação, penso que são sinónimo de doçura e gentileza.

 

 

3- Qual é a palavra mais detestável e horrorosa?

 Maldade -> palavra  que não me faz qualquer sentido..

 
4- Qual é a palavra mais terrível e medonha?
 Indiferença -> pelas pessoas, pelo mundo. Palavra esta que leva aos actos mais injustos e cruéis…

 

 5- Qual é a palavra mais azeda e malévola?

Vingança -> outra que não entendo, chamem-me ingénua, mas honestamente não entendo qual o gozo da vingança…


6- Qual a palavra que melhor exprime o sentimento de solidão?
Vazio -> quando nos sentimos sós, sentimo-nos no meio do nada. Não existe ponta que se agarre, não existe nada em volta a não ser um imenso vazio… Daí que pessoalmente, gosto de estar só, mas sempre rodeada de gente…

 

7- Qual é a palavra que mais lhe suscita cólera e agressividade?
Injustiça -> Nao a consigo suportar, pois lá está, "não
 faças aos outros o que nao gostas que te façam a ti"

 

 

8- Qual a palavra que melhor comunica felicidade?
Amizade -> penso que havendo compreensão e entendimento mutuo, leva a um bem-estar, que leva consequentemente a uma sensação de felicidade. Penso que alguém que se sinta compreendido e amado, sente-se automaticamente feliz!

 

Aproveitando a ideia de outros blogs amigos, deixo aqui uma frase:

“Usa a linguagem que quiseres; nunca poderás dizer senão o que és.”
(Emerson)

As palavras podem realmente reflectir quem somos, o que queremos, o que sentimos...

publicado por Caminhando... às 21:50
sinto-me:
03
Out 08

(imagem retirada da internet)

 

Palavras quem as diga, ciente ou não da sua importância.

Palavras  que quando proferidas, entristecem e alegram

Envolvem e dispersam,

Acarinham e magoam.

Quando ditas com ternura confortam,

Quando ditas com maldade ferem.

 

Palavras quem as diga, ciente ou não da sua importãncia.

 

Palavras poderosas e diversas são.

Existindo palavras que não custam proferir:

- Obrigada pela tua companhia;

- É bom ter-te aqui!

- Apetece-me dizer-te... Gosto de ti!

Que ditas com honestidade, confortam um coração.

 

Palavras quem as diga, com franqueza e moderação as deve utilizar*

publicado por Caminhando... às 19:56
sinto-me:
música: Father and son - Cat Stevens
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