Caminhando...
 
13
Jun 13

As nossas vidas, as nossas culturas, são compostas por muitas histórias sobrepostas. Chimamanda Adichie fala no perigo da história única

“(…) Quando rejeitamos uma única história, quando percebemos que nunca há apenas uma história sobre nenhum lugar, conquistamos um tipo de paraíso.”

publicado por Caminhando... às 23:25
02
Dez 12

(imagem retirada da internet)


Que vivamos com o máximo de dedicação, colocando o melhor que somos no que fazemos. Aproveitemos o dia de hoje (e todos os que temos a sorte de viver) para abraçar, beijar, sentir, aproveitar, perdoar, ouvir, criar, dar, ser, crescer. Que esta caminhada seja percorrida da melhor, mais completa e enriquecedora maneira possível.


Nota: Votos de Feliz Natal e que 2013 traga esperança e serenidade.


09
Set 12


Descobrir, conhecer, saber, aprender, são bonitas e entusiasmantes fases, mas tudo começa pela primeira: a de não-saber. Gosto desta etapa inicial de ignorância e enfrentá-la é um estádio de enorme prazer.

Alegra-me ver o quanto ainda não sei, pela possibilidade de permanente descoberta, aprendizagem e busca pela compreensão do que nos envolve.

06
Ago 12

(imagem retirada da internet)

 

"Nós somos o que fazemos.

O que não se faz, não existe.

Portanto, só existimos nos dias que fazemos.
Nos dias em que não fazemos, apenas duramos."

 

Padre António Vieira

publicado por Caminhando... às 17:36
música: Era - Ameno
28
Abr 12

 

(imagem retirada da internet)

 

“A satisfação de vida não é algo que acontece. Não é o resultado da sorte ou do azar. Não é algo que se possa comprar com dinheiro ou com poder. Não parece depender tanto dos acontecimentos externos, mas sobretudo do modo como os interpretamos. A satisfação é uma condição vital que cada individuo deve preparar, cultivar e defender. Os indivíduos que sabem controlar e orientar a sua experiência interna são capazes de determinar a qualidade das suas vidas, isso é o mais próximo que podemos estar de uma autêntica satisfação de vida”

Czikszenmihalyi

 

“A autêntica satisfação de vida não só é possível, como se pode e deve cultivar, identificando e utilizando muitas das fortalezas e recursos que o individuo já possui: ao identificar e desenvolver o melhor de si, o indivíduo melhora sensivelmente a sua vida e a de quantos o rodeiam”

Seligman

09
Jan 12

 

 

“Sou um só, mas ainda sou um. Não posso fazer tudo, mas posso fazer alguma coisa. E, por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso.”

 

Autor desconhecido

11
Dez 11

(imagem retirada da internet) 

 

“Não devemos pedir que os acontecimentos ocorram como queremos, devemos querê-los como ocorrem: assim a vida será feliz”.

Epicteto

 

Ter assuntos mal resolvidos só nos faz mal. Cultivar sentimentos de revolta, raiva, incapacidade para perdoar, vai-nos corroendo e destruindo pouco a pouco.

É difícil aceitar a perda de pessoas queridas, doenças, e tantos outros acontecimentos que nos causam grande sofrimento. É sobretudo complicado aceitar que há coisas que não podemos mudar, pois não estão sob o nosso controlo, mas a verdade é que a vida não nos segue, somos nós que a temos de acompanhar.

 

Ao não aceitar tornamo-nos amargos, tristes, tratamos os outros da maneira como nos sentimos e a nossa visão da vida fica limitada, pois a única coisa que fazemos é fugir, deixando de ver o que nos rodeia, e consequentemente que a vida nos passe ao lado. Quanto mais resistimos mais perpetuamos o sentimento, tornando-o mais pesado. Em vez de ter algo a correr atrás de nós, podemos trazê-lo para o nosso lado, pôr-lhe a mão por cima dos ombros e dizer: “Que posso eu aprender contigo?” Há que optar entre viver fugindo ou viver sentindo, e entre sobreviver ou efectivamente viver desfrutando ao máximo desta caminhada.

A dor não desaparece, mas em vez de fugir, podemos aprender a saber lidar com ela. Existe sempre alguma ilação a tirar e oportunidades para crescer.

 

Para aceitar é preciso estar disposto a enfrentar o que nos causa sofrimento, tentando compreendê-lo, e perceber o que aquele acontecimento nos fez ver, que antes não tínhamos capacidade para ver.

Algo que acredito é que a capacidade para aceitar é maior quanto maior for a nossa ligação à vida. Para que esta ligação seja conseguida, precisamos de estar primeiro ligados a nós.

Aceitar não é desistir nem tão pouco resignar-se. É um processo muito complicado, moroso, e pressupõe um intenso trabalho interior. Conseguindo-o, começamos a percorrer um caminho de paz e a vida alarga-se em sentido e profundidade, porque nos tornamos mais atentos e sensiveis a novos aspectos. 

 

 

Nota: É bom estar de volta!

17
Set 11

15
Ago 11

(imagens retiradas da internet)

  

“Às vezes ouço passar o vento, e só de o ouvir passar, sinto que vale a pena ter nascido.”

Fernando Pessoa

 

 

Sentir o calor do sol no rosto. Ver as diferentes tonalidades da Natureza. Ver e ouvir o mar a embater nas rochas e acompanhar o seu movimento. Sentir o cheiro dos eucaliptos. Contemplar o azul do céu. Atravessar uma estrada, mesmo pelo meio da Serra, e sentir um abraço da Natureza. Sentir o vento fresco de uma noite de Verão e aproveitar a calma que esta altura do dia nos oferece.

 

Só por isto já vale a pena estar aqui. No entanto, para além da beleza da Natureza, temos o prazer de ter muito mais para ver, sentir e desfrutar. Temos as interacções, as conversas, os afectos, e muito mais. Sortudos que somos!

04
Ago 11

 (imagem retirada da internet)

 

“O dia natural tem 24 horas, as quais, divididas em três partes, segundo as necessidades da vida, dão: oito horas para o sono, oito horas para as ocupações externas (como por exemplo, para tratar da saúde, para comer, para vestir, para recreações, para conversar com os amigos, etc. …) e oito horas para enfrentar as ocupações sérias, com ardor e alegria. Todas as semanas, por isso (sendo o sétimo dia completamente dedicado ao repouso), temos 48 horas destinadas ao trabalho; em cada ano, 2945; e em cada dez, vinte, trinta anos?

Se, em cada hora, se aprender um só teorema de qualquer ciência, ou uma regra de uma arte prática, ou uma história interessante, ou uma máxima sábia (e é evidente que isto se pode fazer sem nenhuma fadiga) que tesoiro de instrução se conseguirá adquirir?

Por isso, Séneca disse com razão: “Se soubermos fazer bom uso da vida, ela é suficientemente longa, e chega para levar a bom termo empreendimentos mais importantes, se se empregar toda bem. Tudo está em saber empregá-la bem.” ”

 

João Amós Coménio

 

 

6 de Agosto de 2011

 

Através da leitura de recentes posts em blogs amigos, tive conhecimento que a blogosfera perdeu um residente. Não conhecia o Rolando Palma, mas não consigo ficar indiferente à tristeza sentida por muitos de vocês, por isso, quero deixar-vos aqui um abraço de conforto.

publicado por Caminhando... às 22:55
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