Caminhando...
 
02
Dez 12

(imagem retirada da internet)


Que vivamos com o máximo de dedicação, colocando o melhor que somos no que fazemos. Aproveitemos o dia de hoje (e todos os que temos a sorte de viver) para abraçar, beijar, sentir, aproveitar, perdoar, ouvir, criar, dar, ser, crescer. Que esta caminhada seja percorrida da melhor, mais completa e enriquecedora maneira possível.


Nota: Votos de Feliz Natal e que 2013 traga esperança e serenidade.


30
Mai 12

 (imagem retirada da internet)

 

Os diferentes estádios da vida que convencionalmente se consideravam infância, adolescência, juventude, idade adulta, meia-idade e idade da reforma, são hoje ideias feitas que perderam significado para esta nova geração: os sem idade. Vivem mantendo o leque de opções aberto, sem pressões para agir segundo os parâmetros estabelecidos. É uma espécie de saber envelhecer, sem ficar velho.

O mais recente exemplo veio de Hillary Clinton de 64 anos. A secretária de Estado norte-americana, foi fotografada a dançar salsa, sem maquilhagem, e a beber cerveja pelo gargalo da garrafa. As imagens tornaram-se virais pela descontração da protagonista, e correm repetidamente na internet.

"Estou na minha melhor fase", comentou a governante. "Uso o que me apetece, sem me preocupar com o aspeto. É coisa que deixou de ter a importância que tinha para mim." Para os especialistas, o desabafo condiz na perfeição com a pose assumida desta nova geração de seniores. "Ser ativo não é ser jovem, isso mantém o preconceito. Faz um envelhecimento ativo quem consegue fixar-se nos ganhos que tem ao longo da vida", observa Joaquina Madeira, insistindo que é preciso tornar este processo numa forma de otimizar a saúde, de estipular um objetivo, uma meta, uma razão para existir. "É ter um projeto de vida", resume, para depois falar no complemento deste Ano Europeu, que é também da Solidariedade entre Gerações. "Não haja dúvidas: não há envelhecimento ativo sem coesão social. As gerações não podem continuar a competir." Há dias, a tendência ganhou outro certificado de validade: estudos recentes avançam que envelhecer sem arrependimentos dá mais saúde. Segundo a investigação, publicada na prestigiada revista Science, o sentimento de perda e as lamentações por oportunidades desperdiçadas não são de todo benéficas, em idades mais avançadas.

 

Oiça-se Luna Andermatt, 86 anos, fundadora da Companhia Nacional de Bailado, que se juntou àquele grupo no final do ano passado. Pelas suas palavras, percebemos que o corpo nem sempre obedece à mente, mas o prazer de pisar o palco, esse, não tem dores, nem rugas, nem idade. "Não podemos dar muita confiança ao corpo", explica. "Não se pode ceder ao físico." Nem a vértebra que lhe saiu do sítio, num exercício de ioga, há meia dúzia de anos, a fez parar. "Por dentro não sinto a idade que tenho."

Ler artigo completo aqui

04
Ago 11

 (imagem retirada da internet)

 

“O dia natural tem 24 horas, as quais, divididas em três partes, segundo as necessidades da vida, dão: oito horas para o sono, oito horas para as ocupações externas (como por exemplo, para tratar da saúde, para comer, para vestir, para recreações, para conversar com os amigos, etc. …) e oito horas para enfrentar as ocupações sérias, com ardor e alegria. Todas as semanas, por isso (sendo o sétimo dia completamente dedicado ao repouso), temos 48 horas destinadas ao trabalho; em cada ano, 2945; e em cada dez, vinte, trinta anos?

Se, em cada hora, se aprender um só teorema de qualquer ciência, ou uma regra de uma arte prática, ou uma história interessante, ou uma máxima sábia (e é evidente que isto se pode fazer sem nenhuma fadiga) que tesoiro de instrução se conseguirá adquirir?

Por isso, Séneca disse com razão: “Se soubermos fazer bom uso da vida, ela é suficientemente longa, e chega para levar a bom termo empreendimentos mais importantes, se se empregar toda bem. Tudo está em saber empregá-la bem.” ”

 

João Amós Coménio

 

 

6 de Agosto de 2011

 

Através da leitura de recentes posts em blogs amigos, tive conhecimento que a blogosfera perdeu um residente. Não conhecia o Rolando Palma, mas não consigo ficar indiferente à tristeza sentida por muitos de vocês, por isso, quero deixar-vos aqui um abraço de conforto.

publicado por Caminhando... às 22:55
13
Jun 11

 

 

“E se o mundo for apenas uma grande desilusão? A não ser que peguemos nas coisas que não gostamos deste mundo, e as viremos ao contrário. Podemos começar a fazê-lo... já HOJE!

- Este sou eu e aqui estão três pessoas, e eu vou ajudá-las, e elas ajudam três pessoas, e estas ajudam mais três. Tem de ser algo grandioso, algo que elas não consigam fazer por si próprias.”

(Tradução de parte do trailer)

 

 

  

(imagens retiradas da internet)

 

 

“Faça todo o bem que puder,

com todos os recursos que puder,

por todos os meios que puder,

em todos os lugares que puder,

em todos os tempos que puder,

a todas as pessoas que puder,

sempre e quando puder.”

John Wesley

 

09
Jan 11

(imagem retirada da internet)

 

Tenho por hábito fazer um balanço de cada dia, mas em altura de mudança de ano, e de comemoração de mais um aniversário gosto de fazer um balanço global de tudo o que vivi.

Tive a sorte de ter um ano de 2010 muito bom. Foi um ano que me trouxe novas experiências e novos saberes. Um ano atribulado, mas muito positivo.

 

No último dia do ano fui fazer voluntariado na Comunidade Vida e Paz e foi uma experiência óptima e a repetir. Fiz parte da equipa das sandes, e entre todos os voluntários, fizemos o melhor que conseguimos.

Já em 2011, ao passar pela Av. da Liberdade em Lisboa olhei para o lado e vi um sem abrigo que tinha bem junto a si, um dos sacos de sandes que com tanto empenho e gosto estivemos a preparar.

Fiquei de coração extremamente confortado. Comecei assim o novo ano de sorriso bem rasgado.

 

A cada dia mais sentido me faz ler palavras como estas:


“Existe somente uma idade para a gente ser feliz,
somente uma época na vida de cada pessoa
em que é possível sonhar e fazer planos
e ter energia bastante para realizá-las
a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.

Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente
e desfrutar tudo com toda intensidade
sem medo, nem culpa de sentir prazer.

Fase dourada em que a gente pode criar
e recriar a vida,
a nossa própria imagem e semelhança
e vestir-se com todas as cores
e experimentar todos os sabores
e entregar-se a todos os amores
sem preconceito nem pudor.

Tempo de entusiasmo e coragem
em que todo o desafio é mais um convite à luta
que a gente enfrenta com toda a disposição
de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO,
e quantas vezes for preciso.

Essa idade tão fugaz na vida da gente
chama-se PRESENTE
e tem a duração do instante que passa."

 

Autor desconhecido

16
Dez 10

(imagem retirada da internet)

 

“O tempo não se ocupa, vive-se e anima-se. Se não for assim, mata-se o tempo, perde-se vida.”

Professor Doutor Marcelino Lopes

05
Ago 10

 

 

Recentemente vi o filme "Hachiko: A dog's story". É uma história tocante, baseada em factos reais que partilho de seguida:

 

" Em 1924, Hachiko foi trazido para Tóquio pelo seu dono, Hidesaburo Ueno, um professor do departamento de agricultura da Universidade de Tóquio. Este, que sempre fora um amante de cães, nomeou-o Hachi (diminutivo de Hachiko) e encheu-o de amor e carinho. Hachiko acompanhava Ueno desde a porta de casa até à não distante estação de comboios de Shibuya, retornando para encontrá-lo no final do dia.

A rotina continuou até Maio do ano seguinte, quando numa tarde o professor não chegou no comboio como de costume. Ueno sofrera um AVC na Universidade.

 

A história diz que na noite do velório, Hachiko, que estava no jardim, quebrou as portas de vidro da casa e fez o seu caminho para a sala onde o corpo foi colocado, e passou a noite deitado ao lado do seu dono, recusando-se a ceder.

 

Depois da morte do dono, familiares do professor quiseram levar o cão para viver consigo, acabando este por fugir várias vezes.

Depois de por diversas vezes Hachiko ter voltado à casa onde foi desde cedo criado, começou a ir todos os dias à estação de comboios onde durante 1 ano e quatro meses sempre esperou o dono. Tal como sempre, sentava-se à espera que o dono voltasse para casa, fazendo isso dia após dia, ano após ano, durante 9 anos. 

 

  

Estátua de Hachiko em Shibuya

 

Em 21 de Abril de 1934, uma estátua de bronze foi erguida no lugar onde Hachi esperava pelo dono com um poema gravado e um cartaz intitulado "Linhas para um cão leal".

 

(imagem retirada da internet)

 

"A sua devoção à memória do seu dono impressionou o povo japonês e tornou-se modelo de dedicação à memória da família. Pais e professores usavam Hachiko como exemplo para educar as crianças."

 

 

Informação retirada da internet

publicado por Caminhando... às 21:58
31
Jul 10

(imagem retirada da internet)
 

Durante muito tempo estiveste dentro de mim. Foste-te entranhando e fazendo com que tudo ficasse com menos cor a cada dia que passava.

Vieste e impuseste-te.

Chegou uma altura em que a tua presença me sufocava, não me deixando alcançar o objectivo da minha existência: Ser e Viver.

Consegui a pouco e pouco descolar-te de mim. Depois, durante um tempo não te quis perto, tive medo que te entranhasses de novo e que clareasses a cor que me rodeava. Pé ante pé, fui-me aproximando de ti e deixei que ficássemos lado a lado.

Bom poder agora ter a hipótese de escolher ou não a tua companhia. Fazes-me falta, mas só em alguns momentos dos meus dias.

 

Hoje, senti a tua falta e procurei-te. Dei-te a mão e lá fomos. Estivemos junto ao mar, junto do arvoredo e junto da paz.

És tu a solidão.

Em apenas momentos da minha vida a tua presença enriquece-me; em todos eles, enfraquece-me. Por isso, fica aí ao lado companheira e sempre que me fizeres falta, chamo-te e faremos com certeza boa companhia uma à outra.

 

18
Mar 10

 

(imagem retirada da internet)

 

“Somos seres preocupados em agir, fazer, resolver, providenciar. Estamos sempre a tentar planear uma coisa, concluir outra, descobrir uma terceira. Não há nada de errado nisso – afinal de contas, é assim que construímos e modificamos o mundo*. Mas o acto da Adoração faz parte da experiencia da vida. Parar de vez em quando, sair de si mesmo, permanecer em silêncio diante do Universo. Ajoelhar-se com o corpo e a alma. Sem pedir, sem pensar, sem mesmo agradecer por nada. Apenas viver o amor calado que nos envolve.
Nesses momentos, algumas lágrimas inesperadas – que não são nem de alegria nem de tristeza – podem jorrar. Não se surpreenda. Isso é um dom. Essas lágrimas estão a lavar a sua alma.”
Paulo Coelho in “Maktub”
 
*Nesta busca, por vezes os limites são postos de lado e, o objectivo é sempre mais e mais e mais, chegando depois uma altura em que, se começa a sentir um grande deficit pois, grande é o cansaço e pouco é o conforto e alegria no coração.
Esta busca intensa, leva-nos tantas vezes a esquecer o mais importante que é, o Aproveitar e Usufruir de cada conquista. A questão da quantidade vs qualidade tantas vezes é posta em causa sendo que, ainda muitos acreditam que mais, significa melhor. Será?
A busca incessante por vezes cega-nos e faz com que nos esqueçamos de fazer algo que enche e de que forma o coração, que é a contemplação. Tão bom e necessário que é parar um pouco e ver o que está à nossa volta: O céu azul, o arco-íris, um familiar/amigo a sorrir, os raios de sol, o volver do mar, as árvores a dançar com o soprar do vento. Se quisermos, tanto que podemos Adorar.
Qual será o gozo de aqui estar e não viver? Existem responsabilidades, deveres e obrigações mas, nada nos impede de “viver o amor calado que nos envolve”. Nada nos impede de abrir os braços e envolver este mundo que nos recebeu!
Julgo que, a busca incessante poderia continuar mas, com o principal objectivo de experienciar, aproveitar, cheirar, abraçar, dar, envolver o máximo que conseguirmos e tivermos vontade. Importante é, acredito eu, estar aqui com o principal objectivo de darmos o melhor de nós e confortar e alegrar o nosso e os corações dos que nos rodeiam. Agindo assim, chegaremos ao fim e partiremos seguramente em paz, de coração cheio e com o sentimento de “Missão Cumprida”.
31
Jan 10

(imagem retirada da internet)

 

“A morte é a curva da estrada,

Morrer é só não ser visto.

Se escuto, eu te oiço a passada

Existir como eu existo.

  

A terra é feita de céu.

A mentira não tem ninho.

Nunca ninguém se perdeu.

Tudo é verdade e caminho.”

 

Fernando Pessoa 

publicado por Caminhando... às 16:25
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