Caminhando...
 
16
Jul 09

  

(imagem retirada da internet)

 

Mãe mais velha do mundo morre aos 70 anos em Espanha

 

"Uma mulher espanhola que se tornou na mãe mais velha do mundo quando deu à luz gémeos em 2006 morreu aos 70 anos, anunciou um jornal local esta quinta feira. María del Carmen Bousada de Lara, que teve gémeos aos 67 anos após uma inseminação artificial nos EUA, foi diagnosticada com cancro cinco meses após o parto, segundo o Diario de Cádiz.
Bousada admitiu ter mentido sobre a sua idade quando se candidatou ao processo numa clínica de Los Angeles, devido ao limite legal de 55 anos.
Posteriormente, brincou dizendo que poderia estar viva para conhecer os netos e que a sua própria mãe viveu 101 anos.
Bousada morreu no sábado após uma longa batalha contra a doença, informou o jornal.”
 
Esta é uma das notícias em destaque no dia de hoje.
Começo por dizer que não sou mãe por isso não me posso colocar no lugar desta pessoa e, sobretudo não sou ninguém para tecer juízos de valor mas, existem coisas que me fazem uma imensa confusão.
Compreendo perfeitamente que, o desejo de ser mãe seja muito intenso mas, existem (diversos!) pontos a considerar. A disponibilidade, a capacidade financeira e psicológica, o tempo disponível e suficiente para se criar seres que tanto exigem de nós a todos os níveis.
Neste caso, volto a dizer que não sou ninguém para julgar mas, considero de um extremo egoísmo ter-se uma criança com esta idade, sendo que, a situação se agrava pelo facto de só ter sido possível o nascimento destas crianças devido a uma “grande” mentira.
Não se pensará que, alguém com 67 anos, apesar de ser um humano perfeitamente válido, não terá já tanta paciência, força, saúde e disponibilidade psicológica para educar e tomar conta de 2 crianças!?
Não se pensará que, o tempo disponível com as crianças poderá não ser suficiente para o seu perfeito equilíbrio e desenvolvimento!?
Penso que, nesta situação houve um extremo egoísmo da pessoa, pensando mais na concretização do seu desejo de ser mãe, em vez de, no bem-estar das crianças.
 
Ser mãe exige muito e, sobretudo exige que, deixemos de pensar somente em nós como ser individual e sim, em Nós como família/colectivo.
publicado por Caminhando... às 20:49
Doce Joana
Concordo contigo sim. Não conheço os contornos da história, mas mesmo tendo sido um desejo extremo desta senhora de ter filhos, acho que é de um egoísmo extremo. Não há muito tempo pensei e se eu tivesse outro filho agora iria ter 8 anos de diferença da Inês... e fui desenvolvendo... quando um (a) tivesse 10 anos, a Inês teria 18... ora quando a Inês tivesse 28 a/o irmã/ão teria 18... e eu estaria a caminho dos 57! Lembro-me que fiquei assustada com este pensamento... quanto mais decidir ter um filho com 60 anos! Enfim, neste momento perdem as duas crianças que ficam sem mãe e isso é sem dúvida o mais triste desta história!
Doçura, espero que tudo esteja a correr bem contigo :)
Muitos beijinhos fofos e ternurentos
Sonhos Doces!
Sheila a 17 de Julho de 2009 às 00:25
Olá minha querida amiga!
É realmente algo atroz (considero mesmo).
Julgo que, e é isso que sinto, os valores hoje, para muitas pessoas estão trocados! Não digo que os que eu defendo sejam os unicos validos mas, quando não se pensa nas crianças que iram nascer mas sim na concretizar de um desejo, para mim não é correcto...

É realmente triste... E o que será daquelas crianças...

Minha querida, está tudo bem! Vou-te mandar um mail, mereces isso!

Beijo enorme!

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