Caminhando...
 
20
Mai 11

(imagem retirada da internet)
 
Tantas vezes são feitos julgamentos infundados em relação a alguém, sem nunca sequer ter sido trocada uma palavra, ou até um olhar com essa pessoa.  Raras são as vezes em que se procura calçar os sapatos dos outros e perceber a razão de certo comportamento, atitude, o que for. Que injusto é este julgamento precoce, tendo como bases o que parece, ou o que dizem ser... Sinto que se está a deixar de querer conhecer o fundo, pois a superfície já é considerada suficiente e confesso que me entristece bastante ver pessoas da minha geração e de gerações mais maduras, que estudam para ser educadoras, a terem comportamentos deste tipo. Como se ensina e transmite algo que não se pratica?
 
Partilho aqui um vídeo que contem uma mensagem que considero ser muito valiosa.
Oi Joana. Adorei o video! Tudo isto para nos dizer que há que acabar com o preconceito. A madre Teresa de Calcutá é uma pessoa que admiro muito, assim como os outros lideres que aparecem no video. Ela foi considerada a santa de todas as religiões, precisamente porque a ela só importava o ser humano em especial os mais pobres de entre os pobres; era por isso também conhecida como a santa dos ghetos. A ela não importava a religião, a crença, a raça das pessoas; para ela o ser humano merecia todo o respeito independentemente das diferentes ideias. Quando ela tinha que pedir para os seus pobres ela ia ao vaticano ( era indiana), ia aos politicos fossem eles quais fossem, sempre com o mesmo respeito e conseguia sempre tudo o que queria. Era respeitada por todas a spersonalidades do mundo, porque ela também respeitava todos por igual e nunca criticou nenhum pelas ideias fiferentes das dela ou por seguirem uma religião diferente. Nós temos a mania de rotular as pessoas só porque são de partidos diferentes, religiões diferentes e nunca nos preocupamos em conhecer por dentro um muçulmano, um Judeu, um protestante; dizemos facilmente que os muçulmanos saõ terroristas e nunca nos interessámos em saber algo sobre a religião deles. Só porque meia dúzia de fanáticos, em nome da religião cometem atrocidades, dizemos imediatamente que são todos uns criminosos. Como bem dizes, hoje não queremos sequer perder tempo para conhecer as pessoas por dentro; olhamos para elas e tiramos logo as nossas conclusões que na maioria das vezes são erradas. Como tu também me surpreendo com pessoas ligadas à formação de jovens a manifestarem em público as suas ideais negativas contra a raça negra, os ciganos e os emigrantes de leste e africanos; Fico a ferver quando ouço essas coisas e apetece-me logo perguntar a essas pessoas se não se sentem com responsabilidades perante os jovens e crianças que teem a seu cargo. Não sou uma pessoa preconceituosa, nem racista, mas, quando me sentir tentada a rotular alguém, vou pensar no video e convidar essa pessoa para almoçar. Um beijinho, Joana e parabéns pelo tema
Emília
comunicadoraspt@hotmail.com a 20 de Maio de 2011 às 13:05
Olá amiga Emília!

Esta palestra é mesmo muito boa. Quando a encontrei e a vi fiquei mesmo contente.
Os exemplos de pessoas que são referidos, entre eles Madre Teresa de Calculá, e as frases que estes proferiram são de uma força e significado imenso.
Quando se é educador, ou se estuda para lá chegar, acredito que se tem de fazer um trabalho interior e pensar no impacto que as nossas acções terão nas pessoas com as quais vamos estar/trabalhar. O objectivo de um educador é, entre outros, transmitir bons exemplos e valores, e confesso que me preocupa ver comportamentos por parte de futuros educadores, nada adequados a tão grande responsabilidade...

Beijinho grande para ti

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