Caminhando...
 
30
Mai 12

 (imagem retirada da internet)

 

Os diferentes estádios da vida que convencionalmente se consideravam infância, adolescência, juventude, idade adulta, meia-idade e idade da reforma, são hoje ideias feitas que perderam significado para esta nova geração: os sem idade. Vivem mantendo o leque de opções aberto, sem pressões para agir segundo os parâmetros estabelecidos. É uma espécie de saber envelhecer, sem ficar velho.

O mais recente exemplo veio de Hillary Clinton de 64 anos. A secretária de Estado norte-americana, foi fotografada a dançar salsa, sem maquilhagem, e a beber cerveja pelo gargalo da garrafa. As imagens tornaram-se virais pela descontração da protagonista, e correm repetidamente na internet.

"Estou na minha melhor fase", comentou a governante. "Uso o que me apetece, sem me preocupar com o aspeto. É coisa que deixou de ter a importância que tinha para mim." Para os especialistas, o desabafo condiz na perfeição com a pose assumida desta nova geração de seniores. "Ser ativo não é ser jovem, isso mantém o preconceito. Faz um envelhecimento ativo quem consegue fixar-se nos ganhos que tem ao longo da vida", observa Joaquina Madeira, insistindo que é preciso tornar este processo numa forma de otimizar a saúde, de estipular um objetivo, uma meta, uma razão para existir. "É ter um projeto de vida", resume, para depois falar no complemento deste Ano Europeu, que é também da Solidariedade entre Gerações. "Não haja dúvidas: não há envelhecimento ativo sem coesão social. As gerações não podem continuar a competir." Há dias, a tendência ganhou outro certificado de validade: estudos recentes avançam que envelhecer sem arrependimentos dá mais saúde. Segundo a investigação, publicada na prestigiada revista Science, o sentimento de perda e as lamentações por oportunidades desperdiçadas não são de todo benéficas, em idades mais avançadas.

 

Oiça-se Luna Andermatt, 86 anos, fundadora da Companhia Nacional de Bailado, que se juntou àquele grupo no final do ano passado. Pelas suas palavras, percebemos que o corpo nem sempre obedece à mente, mas o prazer de pisar o palco, esse, não tem dores, nem rugas, nem idade. "Não podemos dar muita confiança ao corpo", explica. "Não se pode ceder ao físico." Nem a vértebra que lhe saiu do sítio, num exercício de ioga, há meia dúzia de anos, a fez parar. "Por dentro não sinto a idade que tenho."

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Olá Maria, boa noite

Conseguir envelhecer sem ressentimentos, amarguras e com o foco mais presente nos ganhos do que nas perdas, faz realmente com que este processo seja melhor encarado e, consequentemente, feliz.
Estou a trabalhar com um grupo de pessoas (maioria idosas) e noto uma tremenda amargura e tristeza em alguns. Noto sobretudo que têm muitas coisas mal resolvidas nas suas vidas e isso faz com que tenham uma visão muito cinzenta da vida. São pessoas sem objetivos. Tenho tentado ajudá-los a construí-los, começando por coisas muito simples, para que, pelo menos, se levantem de manhã com algum propósito.
Sabes, ainda sou muito nova, mas penso bastante nos passos que dou, na maneira como encaro as situações, as pessoas, os momentos, de modo a tentar manter sempre uma postura consciente, grata e feliz com a vida. Admiro imenso posturas perante a vida como a da senhora do video que coloquei hoje. Muito gostava de, chegada aquela idade, ter apenas um bocadinho da sua alegria e serenidade.

Um beijinho e que, chegada a esta fase, sejas uma pessoa ativa como o teu sogro.
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