Caminhando...
 
02
Jul 10

 

(...)

“Look at this world
Turning around, with us
Even in the dark
Look at this world
Turning around, for us
Giving us hope and some sun, sun, sun”

(…)

publicado por Caminhando... às 22:05
17
Jun 10

 

 (imagem retirada da internet)

 

"Hoje levantei-me cedo e pensei no que tenho
para fazer antes que o relógio marque meia-noite.
Eu tenho responsabilidades para cumprir hoje.
Eu sou importante.
É minha função escolher que tipo de dia ter hoje.

Hoje posso reclamar porque está a chover
ou posso agradecer às águas
por lavarem energias pesadas.

Hoje posso ficar triste por não ter muito dinheiro
ou posso sentir-me encorajado para administrar
as minhas finanças sabiamente,
mantendo-me longe de desperdícios.

Hoje posso-me queixar dos meus pais
por não me terem dado tudo o que queria
quando estava a crescer, ou posso estar
grato por terem permitido que eu nascesse.

Hoje posso lamentar decepções com amigos
ou posso observar oportunidades
de ter novas amizades.

Hoje posso reclamar por ter que trabalhar
ou posso vibrar de alegria por ter um trabalho
que me põe activo.

Hoje posso choramingar por ter que ir à escola
ou abrir a minha mente com entusiasmo
para novos conhecimentos.

Hoje posso olhar para o dia de ontem
e lamentar as coisas que não saíram como
eu planeei ou posso alegrar-me
por ter o dia de hoje para recomeçar.

O dia de hoje está à minha frente à espera
para ser o que eu quiser.
E aqui estou eu, o escultor que pode dar-lhe forma.

Depende de mim como será o dia de hoje
diante de tudo que encontrarei.

A escolha está nas minhas mãos:
Hoje eu posso enxergar a minha vida vazia
ou posso alegremente receber
o Milagre de Um Novo Dia!"

 

Silvia Schmidt

26
Mai 10

 

Ontem, aproveitando o dia livre, fui até Sintra. Vivo no concelho, estando a 10 minutos do coração desta histórica vila.

 

A Natureza enche-me a alma e revigora-me tendo por isso resolvido dar a Volta do Duche. Este caminho é de uma beleza extrema pois, encontramos em ambos os lados da estrada natureza: eucaliptos, pinheiros, acácias, enfim… A meio deste percurso, que é circular, encontramos o Parque da Liberdade.

Em pequena, tantas vezes a minha Mãe lá nos levou mas só ontem, senti que aproveitei e absorvi verdadeiramente toda a beleza deste espaço.

Ao andar pelos caminhos, tocar na árvores, sentar-me nos bancos, sentir o cheiro das plantas, arvores,  os meus olhos ficaram rasos de água. Já não é a primeira vez que me emociono quando estou rodeada pela natureza pois, a sua tamanha beleza deixa-me tão deslumbrada que faz com que sinta até reverência perante ela. Ao estar "dentro" dela, sinto uma sensação de aconchego e de profunda paz.

Partilho convosco algumas fotos, estas tiradas da internet pois as que tirei ainda não passei para o computador:

 

 

Chegada a casa, o sentimento de paz era tão grande que apenas pensei: Muito Obrigada!

 

Ao ler o meu blog, um conhecido perguntou-me porque agradeço tanto e partilho convosco o porquê: Não me canso de agradecer pois, ao faze-lo sinto que estou a valorizar e a não tomar por garantido o que me rodeia o que não me deixaria "ver". As pessoas e toda a restante beleza que me rodeia merecem a minha total atenção e só assim sinto que Vivo e me faz sentido percorrer esta caminhada!

18
Mar 10

 

(imagem retirada da internet)

 

“Somos seres preocupados em agir, fazer, resolver, providenciar. Estamos sempre a tentar planear uma coisa, concluir outra, descobrir uma terceira. Não há nada de errado nisso – afinal de contas, é assim que construímos e modificamos o mundo*. Mas o acto da Adoração faz parte da experiencia da vida. Parar de vez em quando, sair de si mesmo, permanecer em silêncio diante do Universo. Ajoelhar-se com o corpo e a alma. Sem pedir, sem pensar, sem mesmo agradecer por nada. Apenas viver o amor calado que nos envolve.
Nesses momentos, algumas lágrimas inesperadas – que não são nem de alegria nem de tristeza – podem jorrar. Não se surpreenda. Isso é um dom. Essas lágrimas estão a lavar a sua alma.”
Paulo Coelho in “Maktub”
 
*Nesta busca, por vezes os limites são postos de lado e, o objectivo é sempre mais e mais e mais, chegando depois uma altura em que, se começa a sentir um grande deficit pois, grande é o cansaço e pouco é o conforto e alegria no coração.
Esta busca intensa, leva-nos tantas vezes a esquecer o mais importante que é, o Aproveitar e Usufruir de cada conquista. A questão da quantidade vs qualidade tantas vezes é posta em causa sendo que, ainda muitos acreditam que mais, significa melhor. Será?
A busca incessante por vezes cega-nos e faz com que nos esqueçamos de fazer algo que enche e de que forma o coração, que é a contemplação. Tão bom e necessário que é parar um pouco e ver o que está à nossa volta: O céu azul, o arco-íris, um familiar/amigo a sorrir, os raios de sol, o volver do mar, as árvores a dançar com o soprar do vento. Se quisermos, tanto que podemos Adorar.
Qual será o gozo de aqui estar e não viver? Existem responsabilidades, deveres e obrigações mas, nada nos impede de “viver o amor calado que nos envolve”. Nada nos impede de abrir os braços e envolver este mundo que nos recebeu!
Julgo que, a busca incessante poderia continuar mas, com o principal objectivo de experienciar, aproveitar, cheirar, abraçar, dar, envolver o máximo que conseguirmos e tivermos vontade. Importante é, acredito eu, estar aqui com o principal objectivo de darmos o melhor de nós e confortar e alegrar o nosso e os corações dos que nos rodeiam. Agindo assim, chegaremos ao fim e partiremos seguramente em paz, de coração cheio e com o sentimento de “Missão Cumprida”.
26
Nov 09

(imagem retirada da internet)

 

Há uns dias, foi-me dito por alguém por quem tenho grande estima e consideração que aos Amigos (já considerados família) não se agradece.

Esta frase foi-me dita, depois de eu ter agradecido, o facto de me ter sido dado o amparo do seu ombro, quando precisei.

Embora entenda o que quis ser dito com isto, considero que por muita proximidade que se tenha com alguém, o agradecimento faz sempre falta quando é dado um pouco de coração (amor, afecto, atenção.)

O “Obrigado” significa que a atitude que tomaram connosco, nos soube bem, nos fez sentir melhores e mais alegres.

É no fundo um sinal de reconhecimento e apreço por algo que nos fez alguma diferença. Por algo que nos tocou.

 

Considero que o “Obrigado” não deve ser somente feito pela ocorrência imediata de algo, tal como, quando recebemos um presente, nos desejam boas festas, etc, pois acredito que o agradecimento mais sincero, é o que é feito diariamente, mais por atitudes do que pela simples palavra que é dita.

Um "Obrigado" devemos a quem constantemente nos mima, dá atenção, está sempre disponível para nós e no fundo, a quem nos tem verdadeiro Amor e Respeito.

E tanta forma há de o fazer. Seja mimando com bjos de bom dia e boa noite. Seja deixando um bilhetinho de manhã ao pé da máquina do café ou colado no frigorífico, a dizer: “Que tenhas um Excelente dia. Gosto muito de ti.” Seja oferecendo uma flor, ou algo que seja, fora das datas festivas. Oferecer simplesmente pelo prazer de o fazer, e não apenas porque “tem de ser, e fica bem-fazer”.

 

Um "Obrigado" sabe sempre bem a quem o recebe, a quem sobretudo o MERECE.

Ao agradecer, não se está dar a pessoa que nos fez bem, por garantida. Está-se sim, a aumentar/solidificar e mostrar o apreço e amor que se tem por ela.

Ao dar por garantido e ao não agradecer, as boas acções e atitudes que têm para connosco, faz com que a gratidão comece a estagnar, fazendo assim com que não seja dado o devido valor a quem o merece pois, o que é dado começa a ser (mesmo que inconscientemente) desvalorizado.

 

Para terminar: Agradeço e continuarei a faze-lo, dando um pouco de coração a quem também mo dá.

Tal como disse Marcel Proust: “Devemos agradecer às pessoas que nos fazem felizes... São elas os jardineiros encantadores que fazem as nossas almas florescerem.”

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