Caminhando...
 
13
Jun 11

 

 

“E se o mundo for apenas uma grande desilusão? A não ser que peguemos nas coisas que não gostamos deste mundo, e as viremos ao contrário. Podemos começar a fazê-lo... já HOJE!

- Este sou eu e aqui estão três pessoas, e eu vou ajudá-las, e elas ajudam três pessoas, e estas ajudam mais três. Tem de ser algo grandioso, algo que elas não consigam fazer por si próprias.”

(Tradução de parte do trailer)

 

 

  

(imagens retiradas da internet)

 

 

“Faça todo o bem que puder,

com todos os recursos que puder,

por todos os meios que puder,

em todos os lugares que puder,

em todos os tempos que puder,

a todas as pessoas que puder,

sempre e quando puder.”

John Wesley

 

08
Jun 11

 

publicado por Caminhando... às 14:04
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01
Jun 11

 (imagem retirada da internet)

 

“O nosso maior medo não é que sejamos incapazes.
O nosso maior medo é descobrir que somos muito mais poderosos do que pensamos.
É a nossa luz e não as nossas trevas, aquilo que mais nos assusta.
Procurar ser mediano não vai ajudar em nada o mundo. Não existe nenhum mérito em diminuir os nossos talentos, apenas para que os outros não se sintam inseguros ao nosso lado.
Nascemos para brilhar e essa luz está em todos, não apenas em alguns. Quando deixamos a nossa luz brilhar, inconscientemente damos permissão para que outras pessoas possam também manifestá-la. Assim que nos libertamos do nosso próprio medo, a nossa presença automaticamente liberta outros.”

 

Marianne Williamson

 

20
Mai 11

(imagem retirada da internet)
 
Tantas vezes são feitos julgamentos infundados em relação a alguém, sem nunca sequer ter sido trocada uma palavra, ou até um olhar com essa pessoa.  Raras são as vezes em que se procura calçar os sapatos dos outros e perceber a razão de certo comportamento, atitude, o que for. Que injusto é este julgamento precoce, tendo como bases o que parece, ou o que dizem ser... Sinto que se está a deixar de querer conhecer o fundo, pois a superfície já é considerada suficiente e confesso que me entristece bastante ver pessoas da minha geração e de gerações mais maduras, que estudam para ser educadoras, a terem comportamentos deste tipo. Como se ensina e transmite algo que não se pratica?
 
Partilho aqui um vídeo que contem uma mensagem que considero ser muito valiosa.
30
Abr 11

 

 (imagem retirada da internet)

 

“É acreditando nas rosas que as fazemos desabrochar.”

Anatole France

 

 

25
Fev 11

 

 

“Quando Morrie estava contigo, estava mesmo contigo. Olhava para ti a direito nos olhos, e ouvia-te, como se fosses a única pessoa no mundo.

– Acredito em estar completamente presente. Isso quer dizer que devemos estar com a pessoa com quem estamos. Quando estou a falar contigo agora, Mitch, tento concentrar-me apenas naquilo que se passa entre nós. Não estou a pensar em alguma coisa que tenhamos dito na semana passada. Não estou a pensar no que vem ai na sexta-feira.

“Estou a falar contigo. Estou a pensar em ti.”

 (…) Tantas pessoas são tão absorvidas por si próprias, que os seus olhos se reviram se falarmos por mais de trinta segundos. Já têm outra coisa qualquer em mente, um amigo para telefonar, um fax para mandar. A sua atenção só acorda quando paramos de falar, altura essa em que dizem “hum, hum” ou “pois, realmente” e fingem o seu regresso ao momento.

– Parte do problema, Mitch, é que toda a gente está com muita pressa. – disse Morrie – As pessoas não encontram sentido nas suas vidas, e por isso passam o tempo a correr à sua procura. Pensam no próximo carro, na próxima casa, no próximo emprego. Depois descobrem que essas coisas são vazias, também, e continuam a correr.

Escutar alguém verdadeiramente – sem tentar vender-lhe alguma coisa, seduzi-lo, recrutá-lo, ou obter algum tipo de status em retorno – quantas vezes ainda temos disso?

 

Excerto do maravilhoso livro - As terças com Morrie, Mitch Albom

16
Fev 11

 

 

"1 - Por cada tanque fabricado no mundo fabricam-se 131 mil ursos de peluche;

2 - Por cada bolsa de valores que sofre um colapso existem dez versões da música “What a wonderful world”;

3 - Por cada pessoa corrupta há oito mil que doam sangue;

4 - Por cada muro que existe colocam-se 200 mil tapetes a dizer “Bem-vindo”;

5 - Enquanto um cientista projecta armas novas existem um milhão de mães que fazem bolos de chocolate;

6 - No mundo imprime-se mais dinheiro do jogo “Monopólio” do que dólares;

7 - Existem mais vídeos divertidos na internet que noticias más em todo o mundo;

8 - Na internet, AMOR tem mais resultados que MEDO;

9 - Por cada pessoa que diz que tudo vai piorar existem 100 casais que esperam um filho;

10 - Por cada arma que é vendida no mundo 20 mil pessoas compartilham uma Coca-Cola

 

Baseado num estudo realizado em 2010 sobre a situação actual do mundo"

 

Que não maximizemos as coisas más ao ponto de deixarmos de ver as coisas boas. Que valorizemos pequenos momentos, pequenas conquistas e partilhemos sorrisos e ajuda pois entre todos tudo se torna mais fácil e mais enriquecedor. Que nunca esqueçamos que há sempre razões para acreditar!

07
Fev 11

  

 

“Aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver juntos e aprender a ser só é possível se se aprender a ler, mas noutras dimensões que vão muito para além das meras necessidades instrumentais da leitura.

Ver, imaginar, sentir, reflectir, comunicar com os outros, recriar o próximo e o distante, saber que há outras paisagens, outros modos de viver, outras religiões, outras culturas são capacidades que se desenvolvem privilegiadamente nas experiências de leitura, na escuta de vozes que apelam para a nossa emoção, inteligência, imaginação, desde a mais tenra infância.

Oferecer às crianças e aos adolescentes essas oportunidades é cumprir os compromissos da educação para todos, é respeitar os direitos da criança, é contribuir para o desenvolvimento humano sustentável, é, em resumo, construir uma cultura da paz.

Também não há cidadania responsável, solidária e movida pelo sentido do bem comum se, desde cedo, se não viverem estas experiências que a escuta e a leitura podem revelar e que a escrita permite exprimir e interiorizar, tanto no espaço da família como de uma escola amiga.

Desde muito cedo, os valores do respeito por si, pelos outros e pelo que nos rodeia, o direito à opinião, o dever de participação na vida do grupo, a descoberta da música e da poesia, da literatura oral e escrita, do património intangível que alimenta a cultura familiar e comunitária, podem e devem ser experimentados, constituindo verdadeiros exercícios de cidadania e de estima do património.

Saber ler e gostar de ler, nesta concepção integrada, é também uma forma de realizar tudo aquilo que, no fecho do ano 2000, o ano da Cultura da Paz, jovens de todo o mundo reunidos na UNESCO, num manifesto exemplar, reclamaram aos adultos: o direito à felicidade.”

 

Maria de Lourdes Paixão

publicado por Caminhando... às 21:45
04
Fev 11

Aqui fica uma excelente iniciativa! 

 

“Todas as rádios portuguesas se uniram numa grande operação para desafiar o país a sorrir. A iniciativa é importada e constava de uma proposta simples: às oito e às nove da manhã, todos os que estivessem a ouvir rádio sorriam para os ocupantes dos carros vizinhos. A cena repetiu-se às seis da tarde”

 

 

“Sorriso audível das folhas
Não és mais que a brisa ali
Se eu te olho e tu me olhas,
Quem primeiro é que sorri?
O primeiro a sorrir ri.

Ri e olha de repente
Para fins de não olhar
Para onde nas folhas sente
O som do vento a passar
Tudo é vento e disfarçar.

Mas o olhar, de estar olhando
Onde não olha, voltou
E estamos os dois falando
O que se não conversou
Isto acaba ou começou?"


Fernando Pessoa, in "Cancioneiro"

Aqui fica o meu  

02
Fev 11

 

 

(…)

"Mas é preciso morrer e nascer de novo
semear no pó e voltar a colher
há que ser trigo, depois ser restolho
há que penar pra aprender a viver


E a vida não é existir sem mais nada
a vida não é dia sim, dia não
é feita em cada entrega alucinada
pra receber daquilo que aumenta o coração."

(…)

Mafalda Veiga – “Restolho”

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